Catarinenses contam suas experiencias em aplicativos sobre paquera igual que o Tinder

A ferramenta virtual substitui o “cupido”, aquela pessoa que fazia a ponte entre os interessados

A revolucao comportamental provocada pela la red nao e novidade. Mas a cada minuto surgem novos espacos adentro da rede com objetivos tao antigos quanto a invencao da roda. E os aplicativos Con El Fin De celulares e tablets se encaixam perfeitamente nesse preenchimento cibernetico. Lancado em outubro do ano passado nos EEUU e com versao brasileira desde agosto, quando comecou a bombar nunca estado, o Tinder e voltado Con El Fin De a paquera.

Igual que a maioria dos produtos de la red e sencillo de usar. Basta baixar o aplicativo nas lojas – na Apple Store de quem usa o sistema iOS e G gle Play de os usuarios sobre Android – e entrar com o login do Twitter. Automaticamente suas preferencias irao manifestarse, alem das fotos que estarao a mostra aos interessados. A partir dai, e so precisar a idade e o raio de quilometros para hallar outras pessoas atraves sobre sua geolocalizacao.

– E uma ferramenta virtual que substitui o “cupido”, aquela pessoa que fazia a ponte dentro de os interessados ou ate mesmo construia “o interesse” entre as partes por meio do leva e traz sobre informacoes – explica a psicologa Damaris Oliveira Batista da Silva.

Segundo a revista Forbes, o cantidad de usuarios nunca Brasil cresce 2% por dia. Fora dos EUA, Reino Unido, Dubai e Turquia estao entre os paises que mais baixam o Tinder.

Para Damaris, a escolha feita com base nas fotos faz pieza do contexto cultural https://datingranking.net/es/angelreturn-review/ no qual estamos inseridos

– anteriormente sobre trocarmos palavras, olhamos dos pes a cabeca nosso interlocutor. Essa impressao contribui para aquele sentimento original que chamamos sobre simpatia ou antipatia. O fato e que o contato visual e participe de todas as nossas relacoes. Em tempos de virtualizacao dependemos ainda mais desse componente comunicacional. Apesar sobre mudancas significativas na hora da paquera, a psicologa reforca que o Tinder e so mais uma maneira de dar con outra pessoa. O conteudo e o proposito segue o que ha milhares sobre anos homens e mulheres fazem pesquisar en a pessoa de seu interesse, sondar sua aceitabilidade, se apresentar ou ter experiencias fugazes que lhe sejam prazerosas.

Foto Guto Kuerten/Agencia RBS

Paixao sobre colegio

Du Oliveira, DJ residente do P12, em Jurere Internacional, esta sem namorada ha dois anos. Semblante pouco mais de tres meses que a ligacao de um amigo o despertou para o app

– Ele perguntou se eu sabia do Tinder. De ningun modo tinha escutado ninguna cosa sobre o aplicativo, mas baixei na hora e ja comecei an entender igual que funciona – conta.

Aos 28 anos, ele ja encontrou pessoalmente neste periodo duas mulheres. Jantaram, conversaram, ficaram. Uma delas, inclusive, era uma paixao estudantil.

– Encurta o caminho. Eu conhecia uma menina, mas nao tinha tido oportunidade sobre charlar com ela. Vi nunca Tinder, dei um like e ela tambem. Nos encontramos, rolou e acabei contando da paixao sobre colegio (risos). Foi bem legal.

Usuario sobre outras pi?ginas sociais, ele tambem aproveita o papo de divulgar a profissao. Du acaba pedindo indicacao das meninas sobre algum contato em suas cidades. Ele quer expandir a discotecagem. Ao contrario de Patricia, que nao encontrou muitos caras quando estava nunca Rio de Janeiro, o DJ esteve recentemente em Sao Paulo e viu a tela

do iPhone bombar de likes.

– Quando estou trabalhando nao tenho como ficar olhando o Tinder nem qualquer outra coisa no celular. Mas se estiver em outra cidade, na hora do reposo sempre dou uma conferida – encerra, lembrando que a chegada do verao deve congestionar o aplicativo na capital do Estado.

Igual que uma balada

Ha dois meses um conjunto de amigas comecou an estudiar o Tinder durante um encontro. Uma delas falou do aplicativo, gerou curiosidade e elas baixaram. No inicio Patricia Machado, 28 anos, achou casi nada engracado.

– Eu considero o Tinder como uma balada, onde voce conhece o rostro, nao conoce nada dele, vai descobrindo. No aplicativo, inclusive, voce ja sabe sobre rostro os colegas que tem em comum – comenta.

Administradora de uma compania de importacao, a bela morena ja encontrou com um 2 caras “curtidos” no aplicativo. Se reuniram junto com colegas em comum. Nascida em Floripa, ela tem observado varios conhecidos usando o app. Patricia revela ainda que o papo e quase sempre o mesmo, antes de evoluir de uma troca sobre telefones e uma inevitavel continuacao do bate-papo via WhatsApp.

– O papo comeca sempre com os classicos “de onde voce e?”, “o que tu cara?”. Mas tem uns que nao desenvolvem o dialogo.

Apaixonada pelo Rio sobre Janeiro, ela testou a capacidade de paquera 2 cariocas. Para a surpresa, eles ainda nao usam o Tinder com tanto afinco quanto os paulistas, por exemplo. Acostumada as pi?ginas sociais, ela conoce que o porvenir do aplicativo e incerto

– E uma ferramenta bem legal, mas assim como outros aplicativos de sucesso, o Tinder pode acabar. Eu mesma ja perdi um pouco o interesse nos ultimos dias (risos) – finaliza.

O teste